Estodo Maior-Geral da Flek Comando militare da resistência de kabinda, informa:

April 10, 2012

1.que abertura de um processo de negociações internacionais com o estado e o regime criminoso, terrorista e colonialista de angola que anexou Kabinda e que espalha o terror, a guerra, a morte e o,sub-desenvolvimento em Kabinda e que ataca campos de refugiados de Kabinda nos Congos, na total impunidade e despreocupação da Comunidade internacional, não está condicionada a qualquer Cessar – fogo nem de hostilidades. Estas devem ser um acto unilateral assumido pelo governo angolana enquanto única parte negativa do conflito.<?


2. Que a Flek não ofereceu nenhum cessar – fogo nem nenhum acessação de hostilidades.  


3.Que desconhecem e não reconhecem o suposto mediador ou representante angolano ou angolano – americano da Flec ( que dá pelo nome de Khendrah Silverbridge, para o processo de Cabinda.

Mais que a união dos Cabindas, será conseguida e garantida no âmbito do Conselho nacional do povo de Kabinda , o Nkoto – Likanda, sem prejuízo do sem duvido do contributo honesto e desinteressado de parceiros externos verdadeiramente comprometidos com a Causa de justiça e de liberdade plena de Kabinda, a democracia, e o respeito dos direitos humanos e dos povos em Africa e no mundo.


A direcção política da Flek , o Nkoto – likanda, o Governo da república de Kabinda, no exílio proclamaram a independência unilateral de Kabinda na União Europeia a 4 de Fevereiro de 2011 em homenagem do povo de Kabinda e da Resistencia patriótica, invicta uma aspiração legítima de direito e de justiça elementar que o poder do petróleo de sangue de não irá abafar com manobras coloniais e colonialistas nem com processos políticos unilaterais e duvidosos como o do Memorando de entendimento que não clarificou nem resolveu o conflito que começou desde 1975,ano da ocupação ilegal e ilegítima do Kabinda.


4.Os compromissos de Nzita Henrique Tiago com angola e seus amigos não obrigam a Flek, nem o Povo de Kabinda.

A Flek deve se comprometer com a União Africana (Ecowas, Sadc, Cplp…), a união Europeia, as Nações Unidas, a Liga Arábe , Asean, a Organização dos estados americanos. E não com personalidades encomendadas pelo governo de Kabinda.


5. Exige que o governo de angola, ao invés de preparar eleições fraudulentas em Kabinda deve é preocupar –se com a sua retirada de Kabinda e pôr temo ás manobras e manipulações políticas com o objectivo de desvirtuar o processo político de Kabinda que requer grande sensatez e dignidade política.


6. Apela á angola, Portugal e a Comunidade internacional para que promova efectiva, séria, convicta e pacificamente o fim da guerra e da ocupação de Kabinda mediante um processo político definitivo, transparente, credível e internacional.


7. Que a comunidade internacional aceite o princípio da condenação da ocupação de Kabinda, do referendo de auto determinação e independencia para o território ocupado e da imposição efectiva de negociações justas com o objectivo de trazer finalmente, não apenas a paz, a democracia mas acima de tudo justiça no processo políitico de kabinda ( Cabinda)

Gabriel Bongo Homem
Ministro da Defesa, Segurança e SIRKA

 

ANGOLA: Imigrantes africanos hostilizados no Huambo

April 8, 2012

No espaço de semana e meia, dois comerciantes da Costa do Marfim e Mali foram assassinados

A província angolana do Huambo tem sido um dos destinos para emigrantes africanos legais, mas estes enfrentam situações de hostilidade e insegurança.

Num espaço de semana e meia, dois comerciantes da Costa do Marfim e Mali foram assassinados em circunstâncias estranhas, no bairro do São João.

Thioye Osmane é um cidadão da Costa de Marfim que se encontra em Angola com estatuto de residente. Dis...


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FLEC - Ministro Afonso-Massanga [Mars 2011].mp3

FLEC - Joao-Gomes [Noite e Dia] Mars 2011.mp3

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