Julgamento não foi transparente e violou normais legais, diz UE

O julgamento do activista de Cabinda Marcos Mavungo  não foi transparente e não obedeceu aos procedimentos legais, disse a União Europeia que exortou a justiça angola a rever a pena imposta ao activista.
Mavungo foi condenado no dia 14 de Setembro a seis anos de prisão por crime  de rebelião. Mavungo foi preso em Março quando preparava uma manifestação de protesto contra a violações dos direitos humanos e a má governação.Um porta voz da União Europeia disse que esta “espera que UE espera que as vias disponíveis possam ser seguidas para  reavaliar e rever este veredicto de maneira justa e transparente”. A mesma fonte fez notar que “o respeito da liberdade de reunião, liberdade de expressão e acesso à justiça” fazem parta da constituição de Angola  e das convenções internacionais e regionais assinados por Angola. “A UE continuará empenhada em apoiar as autoridades angolanas na implementação dos compromissos assumidos recentemente no mecanismo de Revisão Periódica Universal e na promoção e protecção dos direitos humanos”, disse o porta voz.Um observador da União Europeia que assistiu ao julgamento tinha já anteriormente afirmado que  as acusações contra mavungo de rebelião não tinham sido provadas.