NO CENTRO/ PERIFERIA DO PROCESSO DE CABINDA, QUE SOCIEDADE CIVIL PARA A JUSTA CAUSA DE CABINDA: A CORRUPTA, A DISSOLVIDA OU A AUTÊNTICA E CREDÍVEL QUE APOIO INTERNACIONAL PARA O PROBLEMA/ DIÁLOGO DE KABINDA / DIALOGO DE
O CORRUPTO E INTERESSEIRO OU O DESINTERESSADO E AMIGO DA JUSTIÇA A legitimidade negocial decorre da resistência (armada, popular e democrática) de que a Flec é e será sempre até prova em contrário e simultãneamente a vanguarda e a retaguarda seguras. 
Angola surda, muda e cega deixa os Kabindas a falar sózinhos com a sua comunicação social, nacional e internacional avençada e domesticada e seus agentes externos e internos. No protectorado de cabinda, ocupado, por angola, mpla não consegue levantar com convicção e segurança, a bandeira da paz, da democracia (direitos e liberdades fundamentais,   desenvolvimento, justiça e progresso social. o governo nem sequer fala do diálogo com a flec o hartbeating do povo de cabinda, uma das especificidades de cabinda a par do tratado de Simulambuco e do contributo maioritário para o fundo soberano de angola, melhor de cabinda desviado para angola. Neste contexto de crise profunda do petróleo, que diálogo para o conflito jurídico – político militar e para o contencioso económico-financeiro e social de Cabinda, o território ocupado em Janeiro de 1975. O povo de Cabinda já não dá ouvidos à opinião pública e/ou publicada estrangeira e em certos mídias internacionais e só segue o que sente e está focado nas manobras de degradar e excluir a Flec que o mpla tanto gosta de corromper e pagar para a desacreditar e dar lugar a novos protagonistas sem discurso nem convicção. Em nome do povo oprimido, dos prisioneiros políticos e da resistência histórica de Kabinda protagonizada pela Flec, o conselho nacional do povo de Cabinda reivindica um processo internacional para Cabinda no âmbito de um consenso territorial / nacional de Cabinda para um diálogo inclusivo ,transparente e credível.

LIDERANÇA E ESTRATÉGIA NO PROCESSO DE KABINDA.

SENADOR BARROS