RESISTÊNCIA ALERTA E SEM TRÉGUAIS NEM QUARTÉIS, CADA FILHO DE CABINDA NO SEU POSTO DE CORAÇÃO E DE CONSCIENCIA PATRIÓTICA PARA, COM DETERMINAÇÃO E FIRMEZA DEMOCRÁTICA, A PÁTRIA DEFENDER, E A FLEC CNPC (NKOTO – LIKANDA) APOIAR SEM RESERVAS.
MOBILIZAÇÃO GERAL DAS FILHAS E FILHOS DA NAÇÃO DE CABINDA PELO FIM DO IMPASSE DO PROCESSO POLÍTICODE CABINDA, PELO FIM DA OCUPAÇÃO ANGOLANAE PELA INDEPENDENCIA DE CABINDA.

Não será demais afirmar e reafirmar que angola não de afirma como interlocutor internacional  válido e credível para o conflito de Cabinda.

Não se deve impedir os Cabindas de serem eles próprios estas são as palavras de um homem culto e experiente, monumento intelectual, o professor emérito Adriano Moreira proferidas  na única conferência organizada pela associação tratado de Simulambuco em lisboa na conferencia sobre os direitos humanos em Cabinda realizada na Sociedade de Geografia O mpla a sua angola não têm uma agenda da paz, desenvolvimento e de progresso para Cabinda. As armas políticas da petroeconomia, da diplomacia do petróleo de sangue Cabinda (sem direitos humanos e dos povos nem políticas públicas credíveis e eficazes em Cabinda) de Cabinda e do intervencionismo militar do mpla em Cabinda que só trouxeram trouxeram, insegurança, subdesenvolvimento, ausência total,de expectativas democráticas e precariedade à todos títulos, estão se esgotar. O povo de Cabindas não aceita ser o eterno perdedor e vítima do regime de ocupação do mpla para Cabinda.

Quem divide a Flec e conspira e afunda permanentemente contra os Kabindas, não é amigo de Cabinda nem dos Cabindas.
O mpla e poder angolano não são amigos de Cabinda nem dos Cabindas, muito menos da Flec, são sim amigos do petróleo de Cabinda que partilha impunemente com estrangeiros. Essa é a razão porque o problema de Cabinda ainda não tem solução que satisfaça os Cabindas. Assim o permanece o clima de permanente de  degradação, crispação e insatisfação generalizada.
Tudo somado, o mpla sempre se posicionou como inimigo de Cabinda. As ações e  propostas  políticas do mpla para Cabinda nunca trazem confiança nem esperança. Nesse sentido ainda não é interlocutor válido e dificulta o processo político, democrático, transparente, crdedível e internacional para Cabinda e insiste em impor uma solução colonialista e anacrónica em tempos que exigem democracia plena  transparência e deve vingar em todos quadrantes.
Num pano de fundo de crise política, financeira e orçamental derivada da quebra das receitas petrolíferas e de indefinição e manipulações e incursões do mpla na Flec, que solução para o conflito de Kabinda onde o mpla organiza manifestações de uma Flec que a combate? Que (novo) bispo católico para o território de Cabinda? O grave clima de desconfiança total persiste. E caso para dizer que Cabinda, palco por excelência da escravatura moderna pela mão do mpla e da sua Angola democrática, deve integrar a famosa rota dos escravos que as nações unidas (Unicef) elegeram como património cultural da humanidade?

Para Cabinda, que traz o ano novo? Mais do mesmo ou finalmente um bispo Cabinda, do povo e de Deus segundo a velha máxima vox populi e vox Deo ou um bispo do regime como o atual Dom Filomeno Vieira Dias ( que surpreendentemente Nzita Tiago teria apoiado contra o seu próprio Povo, contra o povo de Cabinda)?

A Flec conselho nacional do povo de Cabinda espera que a Cúria Romana e a Santa Sé já perceberam, porque foram e estão bem informados por quem de direito do melindre e do impasse da situação e do processo político se é que existe algum, de Cabinda digno desse nome, na óptica da igreja universal e da comunidade internacional que enquadre o conflito com justiça, paz e segurança e em total liberdade de expressão democrática, conforme desejo da Flec/ conselho nacional do povo de Cabinda, que não hesitou em declarar unilateralmente a independência do território no parlamento Europeu (Bruxelas, Estrasburgo) em conformidade com o Tratado de Simulambuco, de Chicamba e de Chimfuma.
Esta iniciativa da Flec conselho nacional do povo de Cabinda (Nkoto – Likanda) que marcou uma viragem histórica na abordagem política e internacional da legítima luta do povo de Cabinda á sua emancipação política que a diplomacia do petróleo de sangue de Cabinda (angola) se esforça por confundir com o fracassado e inútil memorando de entendimento de 2006, o qual em lugar de esclarecer o conflito e desenvolver soluções progressistas e democráticas insiste na política de ausência de, vontade, de política e de estratégia de evolução positiva a avaliar pelo estado da situação/ da nação, do território e do povo de Cabinda. A Federação Internacional para os direitos humanos, ao fazer e divulgar matéria Angola e Cabinda, não aprofundou nem abordou com objectividade o quadro negro dos direitos humanos em Cabinda desde 02 de Novembro de 1974, se referiu à Flec, no tocante aos infelizes incidentes contra a selecção nacional do Togo, sem previamente se informar sobre o pedido de um inquérito internacional que a Flec formulara na altura averiguar da veracidade dos factos, que a Flec, conselho nacional do povo de Cabinda nunca assumira, porque não os cometera e mais, a Federação internacional para os direitos humanos deveria ter conhecimento das conclusões “salomónicas” da União Africana sobre o assunto, segundo as quais os acto fora atribuído à desconhecidos (unknown people), e porquê? Quem protege quem e porque no à ocupação de Cabinda diz respeito. A actual perseguição religiosa em Cabinda em nome de uma pretensa legalidade é controversa anti – democrática e confusa. Tal como o próprio processo de Cabinda, posto na sombra e penumbra. A frente religiosa é também feliz ou infelizmente e contrariamente a doutrina da igreja de separação da igreja e do estado (à César o que é de César e a Deus o que é de Deus) é uma dimensão inegável do conflito.

E, agora que o petróleo perde sinais vitais na geopolítica e estratégia internacional, com os Estados unidos detentor das maiores reservas mundiais e a explorar o petróleo de xisto e a pujança das energias renováveis, por maioria de razão Angola deve deixar Cabinda e os Cabindas escolherem livremente o seu destino fim de citação. Nada justifica a ocupação e os sacrifícios impostos ao povo de Cabinda. Angola, o mpla e as petrolíferas e os fundos abutres estrangeiros não estão em Cabinda, por caridade ou em nome de uma pretensa unidade ou soberania angolana, muito menos em nome do povo de Cabinda.

Liderança, união com unidade estratégica e responsabilidade colectiva nacional.

Cabinda, 04 de janeiro de 2015

Flec

Conselho nacional do povo de Kabinda

Dep. do Interior Nacional (Dina)

Pedro Alexandre Leya Luemba