(II) NO CONSELHO DE SEGURANÇA DAS NAÇÕES UNIDAS EUA, ANGOLA, RÚSSIA, DEVEM RESOLVER OS CONFLITOS PENDENTES UCRÁNIA, SÍRIA, CABINDA E PALESTINA SOB PENA A DE A NOVA ORDEM INTERNACIONAL QUE SE PROFILA NO HORIZONTE INSPIRADA PELAS MULTINACIONAIS E O TERRORISMO DE ESTADO E DE RADICAIS E EXTREMISTAS AGRAVAR  A PAZ E A  SEGURANÇA DOS POVOS.
É preciso conhecer as raízes das reivindicações políticas e do conflito de Cabinda, para melhor interpretar o presente e projectar o futuro deste território anexado, ocupado, colonizado e espoliado por Angola em 1975.

Esta é a razão porque se exige total desmilitarização, efectivo lançamento de projectos e programas de desenvolvimento, resolução do  conflito, liberdade de expressão, de circulação e de associação e ou de reuniões em Cabinda Em Cabinda, a verdade histórica jurídica e política que consta do Tratado de Simulambuco e a justiça democrática ditada pela firme vontade de emancipação do povo de Cabinda devem vencer para preservar a identidade do povo de Cabinda destruída pelo governo de Angola na sua estratégia do caos, da mentira e do empobrecimento de Cabinda.

A Flec apoiada pelo conselho nacional do povo de Cabinda (Nkoto – Likanda) e o movimento independentista de Cabinda, entende que este conflito, que ganhou maior visibilidade pública global com os sucessivos e intermináveis acontecimentos militares em Cabinda reforçadas decisivamente com a declaração unilateral da independência do território em Bruxelas em 04 de Fevereiro de 2011.

Em contraponto e pela negativa assiste-se a uma tentativa de recaustar e  desfarçar o falido e fracassado Memorando de  Entendimento fora do âmbito da Frente de Libertação do Estado de Cabinda e do Conselho nacional do povo de Cabinda e da Mpalabanda Associação Cívica de Cabinda, num contexto de grave crise orçamental e de incertezas políticas e contradições estratégicas e tácticas. Acenar com manifestações inautênticas da Flec e impulsionar secretamente o tandem FCD- FCC, enquanto lamina e esmaga o povo de Cabinda praticamente colocado sem perspectivas nem expectativas confrontado com um poder de compra nulo dada a inexistência de Investimentos estruturantes e reformas estruturais. Daí a exigência patriótica e democrática da transição política no território de Cabinda

 Construamos na concertação política e estratégica o tempo da unidade política, de comando e de acção com uma liderança e uma política patriótica e democrática de resistência.

TUNGA ILUNZI, SAKU IVULU VIAZI I MUEKA TÓ

STRUGGLE FOR THE END OF THE ANGOLAN OCCUPATION OF CABINDA BY ANGOLA

NOW YOU SEE THE LIGHT

GET UP, STAND UP

DONT GIVE UP  THE FIGHT  FOR FREEDOM, JUSTICE, DEVELOPMENT AND PROGRESS FOR THE TERRITÓTY OF CABINDA.

Cabinda, 01 de Fevereiro de 2015.

Senador Barros

PRESIDENTE EXECUTIVO

 FLEC CNPC ( NKOTO – LIKANDA