QUE GRASSA NO TERRITÓRIO ONDE TUDO ACONTECE MENOS A JUSTIÇA, A PAZ, O DESENVOLVIMENTO E O PROGRESSO ECONÓMICO De Portugal sabe – se e diz – se que o presidente Angolano José Eduardo dos Santos, o General Kopelipa, Isabel dos Santos lideram a lista de um conjunto de altas figuras do regime angolano (do) mpla seriam os Donos de Portugal em virtude dos negócios avultados (participações sociais maioritária) de um sem número de empresas privadas que operam no mercado português com conexões ao capital angolano (que provém da renda petrolífera de Cabinda desviada pela força do terrorismo de estado angolano ou seja pela força da armas, da ocupação, da colonização, da exploração, da repressão e esmagamento de Kabinda e dos Cabindas. Atendendo a que a madeira, o petróleo, jazidas e concessões privadas no bloco 14, o ouro, os fosfatos, o gáz natural desviado via estruturas e canalizações sub – aquáticas para Soyo provenientes de Cabinda e que são vandalizados em quantidades astronómicas por todos gangsters que angola introduziu em Cabinda em nome da ideologia atípica (já ouvi esta expressão  num outro contexto angolano) Internacionalismo Comunista – Socialista – capitalista e neo _ liberal do mpla, rendem depois de deixar um rasto de terror , mortes, suor , sangue e lágrimas, cerca de  300 milhões de dólares / dia, não é difícil concluir que na verdade e em teoria que os donos de Angola, são Cabinda e os Cabindas. Essa é a razão porque o processo político de Cabinda, o 39º estado da União africana (Cimeira da OUA de Cairo de 1964) se arrasta e se afunda nos corredores da prestigiada e equivocada diplomacia do petróleo de sub – desenvolvimento, dos negócios e contratos criminosos e altamente lesivos dos direitos políticos e sociais do povo de Cabinda. Acresce a este quadro brilhante o papel superiormente conseguido do estado de direito, da democracia atípica e do exército republicano angolano de ocupação e colonização do território de Cabinda suposto ser protegido internacionalmente pelo Tratado de Simulambuco no estado das coisas em Kabinda.

Com tanta gratidão e sentido de estado, de facto valeu a e ainda vale a pena que os angolanos se tivessem servido de Cabinda para libertar o seu território separado de Cabinda pela República Democrática de Congo.

Cabinda, 12 de maio 2014

Flec

Conselho nacional do povo de Cabinda

Comissão executiva (CEF)

DCTI / M&P