ANGOLA E OS DIREITOS HUMANOS PARTICULARMENTE EM CABINDA / A VERDADEIRA FACE OCULTA. A MARCA DA OCUPAÇÃO E O EIXO DO CRIME DA OCUPAÇÃO DE KABINDA ( UNIÃO SOVIÉTICA – LISBOA - LUANDA - SAN REMO) SEGUNDO OS INTERESSES DO QUAL, CABINDA NÃO TEM DIREITO Á DIGNIDADE POLÍTICA, À LIBERDADE E À INDEPENDENCIA NA SUA PRÓPRIA TERRA, SEPARADA DE ANGOLA, PELA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO OU SEJA O TAL E QUAL COMO CONSIDERAM O TRATADO DE SIMULAMBUCO ASSINADA ENTRE PORTUGAL E KABINDA NÃO TEM VALOR ( UM PEDAÇO DE PAPEL COMO O ACORDO DE LUBOMO  SOBRE CABINDA ENTRE MARIEN NGOUABI E AGOSTINHO, O ACORDO DE ALVOR, O ACORDO DE MINSK, A CONSTITUIÇÃO DEMOCRÁTICA ANGOLANA E O MEMORANDO DE ENTENDIMENTO DO FORUM CABINDÊS PARA O DIÁLOGO).

A VIOLAÇÃO SISTEMÁTICA DOS DIREITOS HUMANOS, UMA POLÍTICA DE ESTADO APOIADA PELA COMUNIDADE INTERNACIONAL MAS FRONTALMENTE DENUNCIADA E COMBATIDA PELA FLEC CONSELHO NACIONAL DO POVO DE CABINDA, QUE EXIGE DESDE A LIBERTAÇÃO DO PENSAMENTO POLÍTICO E DAS FORÇAS DEMOCRÁTICAS DO PROGRESSO,A CONDENAÇÃO FIRME DA OCUPAÇÃO DE CABINDA E A LIBERTAÇÃO DO PROFESSOR FRANCISCO DE ASSIS PESO BAMBI CONFINADO NUMA RESIDENCIA VIGIADA EM LUANDA, NA SEQUÊNCIA DE UMA DEPORTAÇÃO ILEGAL DO CONGO BRAZZAVILLE E DE OUTROS PRISIONEIROS CLANDESTINOS EM PRISÕES SECRETAS JUNTOS DE QUARTEIS MILITARES.

EM KABINDA, SÓ HÁ ESTABILIDADE DA POLÍTICA DE VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS E DOS POVOS,DA OCUPAÇÃO, DA PRECARIEDADE SOCIAL, ECONÓMICA, POLÍTICA, DO DESINVESTIMENTO, DA FALTA DE ENERGIA E ÁGUA, DE RENDIMENTOS, DO DESEMPREGO E DO SAQUE DO PETRÓLEO E DA POBREZA.

O POVO DE KABINDA QUE PAGOU E CONTINUA APAGAR A FATURA DAS GUERRAS E PAZ DA ANGOLA, DA OCUPAÇÃO COLONIALISTA DE CABINDA, BURGUESA E NEO NEO-LIBERAL COM A MÁSCARA DE DEMOCRACIA, DIZ BASTA E QUE VENHA A MUDANÇA COM ALIBERDADE E A DEMOCRACIA, A JUSTIÇA PARA HAVER UMA PAZ JUSTA.

A face negra e oculta de Angola em Kabinda se revela no plano dos direitos humanos e dos povos e no crime de extorsão de recursos estratégicos de Cabinda em nome de uma falsa soberania sobre o protectorado de Cabinda. Explicitando, a integração pela força das armas e segundo um plano estratégico concebido pela união soviética ao qual o Movimento da Forças Armadas (MFA), que protagonizou o 25 de Abril, privou Kabinda de um bem de valor inestimável, o direito de dispor do seu território, destino e futuro. Acresce a agravante, de em virtude deste escândalo jurídico-político, Cabinda ser o palco de incontáveis e gravíssimas violações dos direitos humanos associadas (políticos, sociais, económicos, culturais e religiosos) perante a indiferença, o silêncio, senão a cumplicidade da Comunidade internacional, designadamente das nações unidas (Conselho dos direitos humanos, Conselho de segurança…..).

Importa não esquecer e destacar, neste contexto da grave violação dos direitos humanos e sobretudo dos povos, a liberdade de reunião, de circulação de associação e de expressão, a ilegalização por razões políticas, da única associação cívica de defesa dos direitos humanos de Cabinda, a Mpalabanda. Kabinda, com 60.000 tropas estrangeiras angolanas, sem o seu petróleo, o seu gás (90% da produção angolana, sem poder de compra, sem reconstrução, sem indústrias de raíz, sem independência, e sem autonomia política, sem estatuto político, sem memorando de Entendimento, sem paz, e sobretudo Justiça, sem uma única estação de rádio digno deste nome (livre) sem liberdade, sem universidades, sem um único Campus universitário, sem a sua igreja, sem portos, sem aeroportos, sem escolas, sem hospitais, direitos, sem água potável (corrente), sem lojas, sem esgotos, sem investimentos, sem empregos, sem presente, sem democracia, sem liquidez, sem lojas, sem empresários, sem médicos, sem pilotos, sem hotéis, sem centros comerciais, sem electricidade, sem o seu petróleo e com o seu povo amordaçado, a sua população cretinizada, sem centros de decisão, de competências e de interesses, e a sua cultura abafada, os seus jovens marginalizados, e à braços com uma ocupação colonialista, opressora e repressiva, terrorista, castradora e predadora sucumbe no caos da ocupação angolana alimentada pelo eixo do crime de colonização.

Em Kabinda ocupada “democraticamente” onde só são permitidas eleições viciadas e manifestações e/ ou marchas democráticas de um só partido, o Mpla patrocinado pela esquerda caviar e capitalista e neo - liberal (União Soviética/ Rússia, Cuba – Portugal, Angola e San Remo (Chevron)……no dirty, business do petróleo de Sangue  de Cabinda, com execuções sumárias e extraordinárias, raptos terroristas e assassinatos de Cabindas resistentes, perseguição de prelados, lideres e dirigentes políticos, políticos e religiosos emblemáticos de Cabinda, enquanto a festa da ocupação se faz tranquilamente nos offshores ( paraísos fiscais e nos países controlados com o seu silêncio ou cumplicidade activas.

O quadro acima referido se agrava mais ainda com a incapacidade da democracia angolana de lidar com exigência, seriedade, credibilidade, responsabilidade e eficácia numa perspectiva de avanços e benefícios políticos, concretos para o povo oprimido de Cabinda.

Kabinda,10 de Dezembro de 2014

Flec

CONSELHO NACIONAL DO POVO DE CABINDA

SECRETARIADO GERAL

 DIREITOS HUMANOS E LIBERDADES