LIDERANÇA, DIRECÇÃO, PROJETO E RESPONSABILIDADE PATRIÓTICA SOLIDÁRIA PARA A VERDADEIRA MUDANÇA DO PARADIGMA DA RESISTÊNCIA E DO DIÁLOGO PARA O POVO DE KABINDA. 
Ancorados no lema fundacional de unir, mobilizar e resistir com esclarecimento, disciplina e objectividade para promover a vitória da Causa  de liberdade de Kabinda, propomo-nos garantir a unidade estratégica e política e de acção para arrancar o protectorado (território) de Cabinda do garote e do colete de forças negativas, destrutivistas, colonialistas e de bloqueio que ditam a actual sorte de ocupação e colonização política e militar angolanas (o pecado original)  de opressão e de subdesenvolvimento estrutural ( efeito  nefasto e adversos) que precarizam à todos os títulos Cabinda desde os  Acordos de Alvor de 15 de Janeiro de 1975 que integraram ilegal e ilegitimamente  o protectorado de Cabinda em Angola.Temos vindo a assistir a uma sucessão de  trapalhadas  que se denominam de processo de negociações/ conversações sobre o conflito de Kabinda patrocinadas por Angola sem um mínimo de objectividade, seriedade e credibilidade política. Esta situação contatada que se arrasta demasiado tempo vem por a descoberto o modus operandi do mpla sobre na questão/ conflito/ problema que visa deliberadamente a ineficácia e o opodrecimento da situação para manter o controlo da mesma de modo a que tudo fique na mesma. O expoente deste resultado foi o famigerado Memorando de Entendimento para a paz e a reconciliação em Cabinda assinado faz 10 anos e que deixou tudo na mesma ou seja sem o estatuto especial que propunha, sem a autonomia político - administrativa reclamado e pelo Forum Consensual de Cabinda e pela emancipação política total ( auto – determinação e independência) reclamada e bem pela Flec Conselho nacional do povo de Cabinda liderada pelo Engº Stephane Barros ( formando em Economia na universidade Católica Portuguesa) que liderou a delegação da missão da Flec no Parlamento Europeu (declaração unilateral de independência de Kabinda ( 02 / 02/ 2011) e posteriormente chefiou a mesma delegação da Flec junto do então Vice- presidente do Parlamento Europeu  a 04 de Fevereiro 2012 e junto do actual Alta Comissária o das Nações Unidas para os direitos Humanos em 2012 ( palais wilson) / Genebra depois de em 2011 ter endereçado um processo  ( cara e exposição completa e fundamentada) ao então Presidente da Comissão Africana, o Dr Jean Ping, Processo para o qual Angola viria a ser chamada à pedra e que cujos desenvolvimentos as comunidades jurídica  nacional de Cabinda , de Angola e internacional aguardam com interesse. Este é  com certeza o desafio jurídico – político mais relevante que vai marcar o consulado da Presidente Nkozassana Dlamini Zuma.Lançada, desde a Reunião magna de união nacional de Holanda, onde foi criado o conselho nacional do povo de Cabinda para agregar o movimento independentista de Cabinda e unir a Frente de Libertação do estado de Cabinda ( Flec), a Flec  apoiado pelo conselho nacional do povo de Cabinda e pela juventude e o povo de Kabinda , apostou na união, unidade estratégica, na consistência e no privilégio da credibilidade para  se constituir na alternativa política patriótica, capaz de reorganizar e solidificar o movimento independentista de Kabinda e contra ventos e marés , forças de bloqueio internas e angolanas e externas, erguer alto o estandarte da resistência esclarecida e da liberdade de Cabinda pela exigência, pela democracia  (na sua verdadeira acepção), da qual por sinal Angola se reclama junto da comunidade internacional. É neste quadro de referência e de excelência de valores do estado de direito que a Frente de libertação do estado de Cabinda exige a solução pacífica do conflito de ( des)colonização que assola Cabinda por culpa e responsabilidade política de Portugal e de Angola. Cuja parceria estratégica afinal só existe verdadeiramente na matéria da ocupação de Cabinda.

DIGNIDADE POLÍTICA PARA KABINDA

PELA VEZ E PELA VOZ DO POVO DE KABINDA

POR UM PROCESSO POLÍTICO DIGNO, INTERNACIONAL, DEMOCRÁTICO, PACÍFICO E CREDÍVEL

Cabinda, 07 de Março de 2015

FRENTE DE LIBERTAÇÃO DO ESTADO DE CABINDA

Conselho nacional do povo de Kabinda / Movimento Nacional de Cabinda

Governo de unidade patriótica / Governo Revolucionário de Cabinda no Exílio (GRCE)

Apoiada pelo povo e pela juventude patriótica de Kabinda

 

Stephane Barros

Presidente Executivo