Não se pode debater o problema dos direitos humanos, da liberdade, da independência e da prosperidade de kabinda, tantos são os crimes cometidos naquele território com a ajuda e a cumplicidade das petrolíferas.

Monumentalmente corrompida pela Gulf oil company (500.000.000 de dólares) em 1975, à margem dos acordos de Alvor, apoiada pela União soviética, e impelida pela sua incultura política e jurídica, o mpla  especializada na corrupção, na falta de objectividade  no terror, no saque e na cleptomania, é incapaz de assumir o crime de anexação, colonização e de opressão do território e do povo de Kabinda.

A Angola do mpla, e o presidente José Eduardo dos Santos têm nas mãos muito sangue, suor e lágrimas e ainda muita riqueza do povo de Cabinda

O mpla não tem outro plano para Cabinda senão, prosseguir o empreendimento colonial e a guerra de ocupação e do petróleo.

Resolver o problema de Cabinda, segundo o mpla, é encher tropas em Cabinda, roubar o petróleo de Kabinda e servir – se à grande e à angolana, deitar dinheiro sobre alguns Cabindas e nos corredores diplomáticos, bloquear a informação, perseguir os combatentes e resistentes da liberdade de Kabinda, cercear direitos fundamentais dos Cabindas, atirar dólares para os seus marginais processos políticos de conversações e nos corredores diplomáticos e nos lóbis  estrangeiros  hóstis e á fantoches de Cabinda e organizar eleições à liberdade e à dignidade  do povo de Cabinda fraudulentas no território ocupado de Kabinda.

Cabinda aos 19 de junho de 2014

FLEC

CONSELHO NACIONAL DO POVO DE CABINDA

CEF/GRCE

 

DCTI /M&P