AOS CABINDAS É UMA OBRIGAÇÃO ABSOLUTA DO ESTADO ANGOLANO E DO MPLA. EM MATERIA DE TRANSPARENCIA, RESPONSABILIDADE E INTEGRIDADE POLÍTICA EM ANGOLA.
Estes valores por parte de Angola se resumem na sua postura em relação a protectorado de Cabinda onde persiste a cultura da morte e do assassinato político, da saque, desinformação e da corrupção são os alicerces do regime de ocupação de Cabinda.
O exercício da análise destes valores nas instituições políticas, partidárias e estatais de angola não requer muita inteligência. Basta uma pequena retrospectiva histórica que nos remete ao esquema de luvas organizado pela Gulfoilcompany(500 milhões de dólares Americanos recebidos pelo mpla para sequestrar Cabinda) á margem dos Acordos de Alvor que que levaram ao sequestro de Cabinda e do seu petróleo, para extrair a elementar conclusão de que Angola e o mpla dificilmente conseguirão integrar, sem pressão política internacional efectiva, na sua praxis política os conceitos e valores de Integridade, transparência e responsabilidade. Enquanto o povo de Cabinda, inconformado, revoltado, opõe uma resistência á ocupação e apela ao diálogo construtivo no âmbito de um processo assente na transparência total, na integridade, na responsabilidade política e na base da honestidade intelectual, para por cobro ao conflito, gerando assim uma solução justa e definitiva, o ocupante angola (mpla) multiplica esforços, tempo e dinheiro, para montar esquemas obscuros na União europeia, na União Africana e nas nações unidas para manter a problemática de cabinda longe dos palcos internacionais, onde é criada a percepção de que angola cumpre com os padrões internacionais de resolução do conflito de Cabinda, quando na verdade, a realidade desmente todas as teses oficiais sobre a matéria de Cabinda. Neste território rico em recursos naturais estratégicos ocupado e sob opressão colonial e terrorista, a ausência da cultura de promoção da vida, de eleições livres e justas, de desenvolvimento humano, económico e social, da democracia política e social sustentável, de investimentos estruturais, de infra-estruturas sociais, políticas públicas voltadas para o progresso, como justa contrapartida das avultadas receitas da exploração do petróleo, todos os processos obedecem á leis e regras esclavagistas e colonialistas onde não imperam os valores e as exigências de transparência, integridade e responsabilidade, os mesmos que a Flec / Conselho nacional do povo de Cabinda exige de Portugal, de angola e da comunidade internacional na resolução do conflito de Cabinda.

CABINDA, AOS 7 DE FEVEREIRO 2014

SECRETARIADO EXECUTTIVO

DCTI / M&P