E CONCRETIZAR A INDEPENDENCIA DE CABINDA. PONTO FINAL.

A JUSTIÇA, A PAZ, A LIBERDADE E O DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO

Portugal está no fundo do poço mas não se ouve em lado nenhum o discurso derrotista e resignado de que “ não há nada a fazer ”. Muito pelo contrário, há tudo a fazer. O mesmo é válido e se deve  aplicar em relação ao problema (ocupação) de Cabinda Em Kabinda onde a marca predominante é a ocupação e o seu rol de malefícios e de indignidades políticas (opressão, repressão, humilhação, pobreza extrema e subdesenvolvimento programado deliberadamente pelo coligação internacional colonialista e terrorista liderada por angola), do país e do regime ocupante, o povo de Kabinda e a Frente de libertação do estado de Cabinda, não devem nunca assinar por baixo do princípio do facto consumado e carta maga da ocupação do seu território e país Cabinda). Devem antes arregaçar as mangas e meter a mão no fogo (acreditar arriscar e jurar) e as mãos á obra para derrotar definitivamente a ocupação a ocupação e os seus diálogos/ monólogos colonialistas e os seus memorandos de entendimentos da treta para Kabinda.

O Tratado de Simulambuco deve ser respeitado, cumprido e aplicado integralmente. E, Angola deve retirar-se, por obrigação absoluta, total e incondicional, em virtude da violação do direito internacional que nasceu daquele Tratado por um lado e por outro, por Angola não estar altura das suas responsabilidades políticas em relação ao território de Cabinda que deixou de tanga senão nu e desprotegido pela comunidade internacional de negócios políticos e financeiros que lidera e comanda o atraso estrutural de Cabinda. Para os Cabindas e a Flec, o Kabinda é acima de tudo uma Causa justa, uma causa de liberdade, um sério e preocupante problema de Direitos humanos e dos povos, neste caso do Povo de Cabinda.

O povo de Cabinda não se conforma, e, a Flec, com as responsabilidades de liderança do processo, muito menos. A organização deve se reformar na linha da continuidade ideológica e não ceder à bloqueios, chantagens, facilidades, dinheiros e enganos de inspiração colonialista, terrorista e criminosa dos autores e promotores do crime internacional de ocupação, da colonização e subdesenvolvimento do território Kabinda, gente sem sensibilidade moral, política e humana perante tamanha injustiça e desgraça e incapaz de por a mão na consciência e ajudar o povo de Cabinda a sair Do lamaçal (poço sem fundo e escuro) da ocupação angolana.

Cabinda, 17 de março de 2014    

FLEC