FRENTE DE LIBERTAÇÃO DO ESTADO DE CABINDA CONSELHO NACIONAL DO POVO DE CABINDA (NKOTO – LIKANDA) COMUNICADO

January 30, 2015


Por ocasião da celebração do centésimo trigésimo (130º) aniversário do Tratado de Simulambuco assinado a 1º de Fevereiro de 1885, entre Portugal e kabinda, que integrou kabinda na Nação Portuguesa.

A Comunidade nacional de Cabinda e o seu legítimo e histórico, representante político a Frente de Libertação do estado de Cabinda, apoiado pelo Conselho nacional do povo de Cabinda e o movimento independentista de Cabinda, lembra a comunidade angolana e Portuguesa em particular e a a comunidade internacional em geral, que o povo de Cabinda deve plenamente, exercer, por elementar imperativo de justiça, o seu direito democrático á auto – determinação e independência como forma de por fim á agressão, ocupação e anexação de Cabinda por Angola em 02 de Novembro 1974 ( operação Carlota ) e 15 de Janeiro de  1975  ( Acordos de Alvor).

A direcção da Frente de Libertação do estado de kabinda, que acompanha as negociações políticas entre os Estados Unidos e Cuba, exige à Cuba, país que ajudou Angola a agredir e ocupar Cabinda (operação Carlota), em nome dos interesses capitalistas ( a Cabinda gulf oil company pagou ao mpla luvas no valor de 500 milhões de Dólares para financiar a operação Carlota e capturar e manter Cabinda  réfem) e interesses marxistas- leninistas ( que entretanto se “esfumaram” em na actual Angola terrorista, capitalista e neo – liberal)  ao arrepio do Tratado de Simulambuco e com total desrespeito do povo de Cabinda e que a reclama dos Estados Unidos  da Ilha de Guantánamo, para que exerça a sua influência junto presidente Eduardo dos Santos para, conceder  e ceder na questão de Cabinda, retirando –se do território, onde a sua presença militar e política de cerca de 40 anos se revelou inútil porque hostil e destrutivo.

O regime Angolano do mpla que ocupa Cabinda é uma catástrofe que aprofunda em tempos de profunda crise da produção de petróleo, de inércia democrática em Angola, em termos de exercício de direitos e liberdades e do processo político de Cabinda congelado e reduzido no marginal e inconsequente Memorando de Entendimento (social) de 2006, assinado com o Forúm Cabindês para o Diálogo, que não resolveu nada no território ocupado de Cabinda.

A Flec apoiado pelo conselho nacional do povo de kabinda e pelo movimento independentista exige com urgência, da comunidade internacional um processo político pacífico transparente, justo, credível e internacional capaz de promover e desenvolver um diálogo profícuo entre as partes de forma a que por um lado se chegue a um Acordo de independência do território de Kabinda e por outro se inicie a retirada definitiva das tropas Angolanas de ocupação e, em 2017 a Transição política para o território de kabinda em estado de sítio e de emergência política, social, económica e militar desde 1975.

 

Cabinda, 01 de Fevereiro 2015

A direcção política

A Flec

Conselho Nacional do povo de kabinda ( Nkoto – Likanda)

O  Presidente Executivo

Stéphane Barros

 

Cabinda: Líder do motim prisional capturado e espancado

January 29, 2015


Na sequência da evasão dos reclusos na unidade penitenciária do Yabi, em Cabinda, segunda-feira 26, o
secretário de Estado para os serviços prisionais suspendeu hoje toda direcção da prisão.Todos os funcionários que ontem se encontravam de serviço estão a ser submetidos a um exaustivo interrogatório para se tentar apurar as causas 
do motim e da fuga. No mesmo sentido, estão a ser interrogados algum reclusos, recapturados para determinar as verdadeiras causas da evasão Cento e nov...


Continue reading...
 

 

F A K

Forças Armadas de Kabinda

 

SIRKA

Serviço da Inteligência da Republica de Kabinda

 FLEC / FLEK

radio.mp3

Make a Free Website with Yola.