S.E. ENGº STEPHANE BARROS, PRESIDENTE DA FLEC CNPC/ NKOTO - LIKANDA

June 25, 2015

 APELA À URGENTE  INTERVENÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS EM CABINDA

PARA ORGANIZAR A TRANSIÇAO POLÍTICA E A RETIRADA DAS FORÇAS ANGOLANAS DE OCUPAÇÃO DE KABINDA, UMA  VEZ QUE OS DIÁLOGOS DA PAZ ANGOLANAS EXCLUEM A PERSPECTIVA DA INCLUSÃO E NÃO SE INSCRVEM NA LÓGICA DEMOCRÁTICA E DA JUSTIÇA LEI INTERNACIONAL ( RESOLUÇÃO 1514 DE 2O DE DEZEMBRO DE 1960 DAS NAÇÕES) SOBRE A AUTO- DETERMINAÇÃO DOS POVOS E SOBRE AINDA OS CRIMES DE GUERRA, CONTRA A HUMANIDADE E ECONÓMICOS COMETIDOS  EM CABINDA POR ANGOLA DURANTE OS 40 ANOS DE OCUPAÇÃO DO PROTETORADO DE CABINDA EM VIRTUDE DO TRATADO DE SIMULAMBUCO NOS ACORDOS DE ALVOR DE 15 DE JANEIRO DE 1975. MAIS , ESTANDO O PROCESSO DE CABINDA NO IMPASSE NUMA ALTURA EM QUE S.E. O PRESIDENTE DA FRANÇA SE PREPARA PARA VISITAR ANGOLA. QUE NEGOCIAÇÕES NUM CONTEXTO DE ABSOLUTA ASSIMETRIA DE VALÊNCIAS (Informação  estratégica e privilegiada, de Garantias diplomáticas e de forças em presença no terreno do conflito Armado.)
Feito de meias tintas e trapalhadas secretas e obscuras, e sob o registo da exclusão e da falta de transparência e visibilização, o processo de Cabinda navega ainda, em águas turvas.

E, se o Memorando de Entendimento assinado em 2006, entre o Forum Cabindês para o diálogo o governo de Angola do Mpla, se revelou ser uma montanha que  engendrou um  rato, as probabilidades para que o Forum Cabindês para o Diálogo pare um elefante- branco são elevadíssimas, apesar dos nossos votos para que seja um bom começo.
A Flec não será moleta nem massa de manobra do Mpla na busca precipitada e em moldes não consensuais de uma solução de prolongamento ( branqueamento) da ocupação de todo em todo não democrática, popular, credível, eficaz e internacional para o problema de Cabinda a saber a ocupação Angolana, cuja solução passa pela auto  - determinação do povo de Cabinda, pois nada justifiça a ocupação Angolana seja em que termos for ( autonomia ou outras)

A Flec lembra que a Coreia foi ocupada  entre 1905 e 1945 pelo Japão  e Timor pela Indonésia e em ambos os casos os transgressores da lei internacional recuaram. Angola não deve ser excepção avaliadas a realidade e a experiência da presença Angolana em Kabinda nos últimos quarenta (40) anos. Angola se serve de Cabinda.
A Flec / Conselho nacional do povo de kabinda não fará fretes ao governo de  Angola nem libertará a comunidade internacional das suas responsabilidades  por omissão e (in)ação em  no território de Cabinda e usará de toda sua legitimidade política e popular para restabelecer povo, a nação, o estado de Cabinda nos seus direitos e interesses superiores

 

A DIREÇÃO DA FLEC 

 

CONSELHO NACIONAL DO POVO DE CABNDA ( NKOTO -LIKANDA)

 

A COMISSÃO POLÍTICA NACIONAL

 

GOVERNO REVOLUCIONÁRIO DE CABINDA NO EXÍLIO (GRCE)

 

CONSELHO ESTRATÉGICO DE SEGURANÇA E DEFESA NACIONAL

 

 

 

O POVO DE CABINDA DEVE SE MOBILIZAR E EM ÚNÍSSONO RECLAMAR UM FUTURO SEM ANGOLA , DE LIBERDADE, JUSTIÇA E PROGRESSO

June 22, 2015


O POVO DE CABINDA DEVE SE PRONUNCIAR LIVREMENTE SOBRE O PROJETO DA FLEC  DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA PLENA PARA CABINDA E SOBRE O PROCESSO DE KABINDA
FAREMOS O QUE TIVER QUE SER FEITO ENQUANTO A UNIÃO AFRICANA CONTINUAR A PROCLAMAR PAZ E A ESTABILIDADE DA OCUPAÇÃO ANGOLANA NO TERRITÓRIO DE KABINDA, ONDE O PRESIDENTE JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS CONTINUA A ANIQUILAR AS ESPERANÇAS QUE A DEMOCRATIZAÇÃO DE ANGOLA E DA LIBERTAÇÃO DE CABINDA COM UMA PRESENÇA POLICIAR E MILITAR MUITO EXPRESSIVA ...


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