CABINDA NÃO É ANGOLA. É UM TERRITÓRIO OCUPADO

May 17, 2016


NO CONTEXTO DA GUERRA FRIA. UMA INJUSTIÇA POLÍTICA INQUALIFICÁVEL E INJUSTIFICÁVEL.
(QUEM DEVE DEPÕR E OU RETIRAR ICONDICIONALMENTE AS ARMAS DE CABINDA É O MPLA / ANGOLA, ÚNICA PARTE NEGATIVA, RADICAL E BELIGERANTE DO CONFLITO. NO QUE TOCA A FLEC E AO POVO DE CABINDA, PERANTE A ANEXAÇÃO, A AGRESSÃO, A OCUPAÇÃO, A COLONIZAÇÃO E O SAQUE SITEMÁTICA E ORGANIZADO DOS RECURSOS DE CABINDA, AGE EM E BEM EM LEGÍTIMA DEFESA
A identidade de um povo é um valor de soberania. “não se pode pedir aos Cabindas que deixem ou que e desistam de ser eles próprios “(Professor emérito Adriano Moreira). O Tratado de Simulambuco no artigo 3º é suficientemente explícito sobre o assunto e não dá margem para dúvidas nem equívocos.
No que se refere ao problema de Cabinda estão em causa a justiça, a paz, a verdade e, a liberdade e os direitos do homem e dos povos.

O povo de Cabinda têm plena consciência dos seus direitos. Os líderes de Cabinda precisam ter eles também plena consciência das suas responsabilidades e deveres de liderança. Este é o verdadeiro desafio para o combate político que desejamos seja pacífico.
O processo de pacificação e resolução do conflito de Cabinda deve ser seguro, eficaz, transparente, pacífico, inclusivo e credível. O mesmo vai ser um teste da seriedade e da credibilidade políttica de angola, de portugal, da Chevron – Texaco (o consórcio da Cabgoc) e da comunidade internacional (Ua, Onu e Ue) que até prova em contrário estão unidos contra o povo de Cabinda, como se de uma associação de malfeitores se tratasse. Basta de 40 anos de humilhação!
Trata – se de um contencioso político – économico – financeiro e de direitos humanos e dos povos. É falso a tese angolana de separatismo nem de terrorismo conforme angola se esforça, errada, intencional, cínica, maliciosa e sem convicção por propagandear nos círculos corruptos ou distraídos e junto de figuras e instituições da diplomacia internacional. 
A Flec / Nkoto – Likanda exige uma solução urgente, credível , total e definitiva e não às prestações ou fatias segundo o lema dividir os Cabindas (segundo o critério regionalista) para enfraquecer, reinar impor soluções políticas inconsequentes e ineficazes.
Nunca será demais afirmar que a Frente de Libertação do estado de Cabinda (Flec) é um movimento independentista, uma organização política e defende uma Causa, a da liberdade e da justiça. Nesse a afirmação do clero de Cabinda em 1975 : “Não podemos deixar de falar” torna – se cada vez mais actual e válida. É a plena consciência do dever e do direito do povo de Cabinda à legítima resistência até ao reconhecimento pela comunidade internacional do direito á liberdade e á independência e ao desenvolvimento e ao consequente retirada compulsiva ou pacífica de angola de Cabinda.
O problema de Cabinda é do âmbito da justiça internacional, e não releva exclusivamente do foro interno ou domestico. Não estamos em presença de um problema de reconciliação nacional entre angola e o território ocupado (Cabinda). 
( O TERRITÓRIO DE CABINDA, A SUA INDEPENDENCIA E O TRATADO DE SIMULAMBUCO)
A anexação, ocupação e colonização de Cabinda por angola em (na sequência dos Acordos de Alvor de 15 de janeiro de 1975), com a cumplicidade de Portugal, é um crime internacional contra a humanidade e a civilização.
A solução do problema passa pelo reconhecimento urgente e incondicional por Angola e pela comunidade internacional do direito de Cabinda à auto – determinação e independência por via de um acordo internacional pacífico de independência que envolve a Frente de libertação do estado de Cabinda (Flec) ou um referendo organizado (com critérios rigorosos) no território ocupado á semelhança de Timor ou Sul do Sudão.
A resistência em defesa da identidade e da liberdade de Cabinda não deve continuar a ser combatida ou esquecida pela comunidade internacional que deve impôr a retirada das forças angolanas de ocupação e o consequente fim da ocupação.
A Onu deve se demarcar das propostas angolanas de desistência, rendição e imposição militar de negociações políticas à Flec. Essa solução, para a fraude político - militar e para o escândalo económico e financeiro de Cabinda deve ter fundamentação política, democrática e jurídica.
A Flec / Conselho nacional do povo de Cabinda exige respeito pela vontade do povo de Cabinda, verdade e responsabilidade e se demarca de esquemas obscuros, pouco exigentes e transparentes da estratégia de ocupação do território de Cabinda pelo governo de angola que visam justificar, ilibar, branquear, premiar ou desculpar a ocupação angolana de Cabinda, os crimes as responsabilidades associadas ao terrorismo político, militar, policial, cultural, social e económico e financeiro.
Contra a ocupação e a colonização angolana de Cabinda e, em defesa da justiça, da liberdade da verdadeira paz em Cabinda, do direito imprescritível e inalienável de Cabinda independência, ao progresso social e ao desenvolvimento, o conselho nacional do povo de Cabinda ( Nkoto – Likanda) exige, opõe e recomenda:
Esclarecimento e acção internacional 
Consciência política e ação patriótica nacional
Verdade e responsabilidade democrática
Dedicação e esforço
União e unidade
Resistência sem desistência
Unidos venceremos
Cabinda,13 de maio de 2016.
FLEC 
CONSELHO NACIONAL DO POVO DE CABINDA (NKOTO – LIKANDA)
STEPHANE BARROS

 

A FLEC-FAC reivindica confrontos

April 19, 2016


com os militares e a morte de cerca de uma centena dentre eles desde finais de Fevereiro, após o anúncio de retoma da luta armada, para exigir negociações sobre o estatuto de Cabinda.

A 18 de Fevereiro Nzita Henriques Tiago presidente e co-fundador da FLEC anunciou a retoma da luta armada no Enclave de Cabinda, até que o Presidente José Eduardo dos Santos aceite negociar directamente com ele ou seus enviados uma solução para a instabilidade político-militar no enclave.

Desde finais de ...


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