CABINDA E O FUTURO COM AS NAÇÕES UNIDAS.

O FIM DA OCUPAÇÃO E COLONIZAZÃO ANGOLANAS DO PROTECTORADO PORTUGUES DE KABINDA (CABINDA)

DIPLOMACIA E RESISTENCIA PATRIÓTICA ACTIVA PELA DIGNIDADE E SEGURANÇA DOS DIREITOS E REFUGIADOS DE CABINDA E DE ÁFRICA

NUM CONTEXTO DE CONFLITO POLÍTICO E MIILITAR HISTORICO E PERMANENTE EM CABINDA, DE DESCALABRO INEQUÍVOCO DO MEMORANDO DE ENTENDIMENTO DE BENTO BEMBE, DE FIRME E OPOSIÇÃO OFICIAL DA UNHCR, A ANGOLA TERRORISTA E COLONIALISTA DO MPLA FEZ, NA SEMANA PASSADA, UM VERGONHOSO E ESCANDALOSO ULTIMATO QUE DESAFIA A COMUNIDADE INTERNACIONAL, QUE SE EXTENDE ATÉ 30 DE JUNHO AOS INDEFESOS E ABANDONADOS REFUGIADOS DE CABINDA RESIDENTES NOS CAMPOS DE SEKE – ZOLA E OUTROS DA REGIÃO.

A REPUTAÇÃO E A CREDIBILIDADE INTERNACIONAL DA ANGOLA OCUPANTE E TERRORISTA ESTÁ FERIDA DE MORTE E NA LAMA. A MESMA SORTE TERÁ A CAMPANHA E A PROPAGANDA INTERNA DO MPLA QUE VISA DENEGRIR A SOCIEDADE CIVIL INDEPENDENTISTA DE CABINDA E DIVIDIR OS CABINDAS E A LEGÍTIMA E LEAL RESISTENCIA DO POVO DE KABINDA PROTAGONIZADA PELA FLEK.

A FLEK CREDÍVEL E ESCLARECIDA ESTÁ ATENTA E NÃO EMBARCA NESTA DIVERSÃO E SE CONCENTRA NA RESISTENCIA PRO - ACTIVA, NA DENÚNCIA DA OCUPAÇÃO E DO TERRORISMO DE ESTADO DE ANGOLA, DO ESTADO DE SÍTIO PERMANENTE NÃO DECLARADO E NÃO DECLARADO EM CABINDA, DO CONTROLO E MANIPULAÇÃO DA INFORMAÇÃO E DE UMA CERTA IMPRENSA, DA CREDIBILIZAÇÃO DA RESISTENCIA SUBMISSA, SOFT OU LOW PROFILE NA IMPRENSA INTERNACIONAL AFECTA AO REGIME DE OCUPAÇÃO, NA EXIGENCIA DO ISOLAMENTO INTERNACIONAL DA ANGOLA COLONIALISTA NO QUE TOCA A OCUPAÇÃO DE CABINDA E CRIMES DE GUERRA, CONTRA A HUMANIDADE, AMBIENTAIS, ECONÓMICOS AFINS.

ANGOLA OCUPANTE E COLONIALISTA OCUPANTE É UM PARCEIRO INCÓMODO DA COMUNIDADE INTERNACIONAL. ESTA COMUNIDADE INTERNACIONAL DEVE ASSUMIR SEM DELONGAS NEM TIBIEZAS, COM FORÇA E URGENCIA AS SUAS RESPONSABILIDADES COM RELAÇÃO A RESOLUÇÃO DO CONFLITO DECORRENTE DO CRIME INTERNACIONAL DE OCUPAÇÃO DE CABINDA, O PROTECTORADO PORTUGUÊS ANEXADO ILEGAL E ILLEGÍTIMAMNETE 1975.

ANGOLA TERRORISTA, COLONIAL E COLONIALISTA NÃO DEVE IMPOR A SUA VONTADE AO POVO DE KABINDA, A FLEK E AS SENSIBILIDADES REUNIDAS NO CONSELHO NACIONAL DO POVO DE KABINDA (NKOTO – LIKANDA) NÃO ASSUMEM A SUBALTERNIDADE EM RELAÇÃO A ANGOLA.ESTE É UM PONTO DE HONRA QUE DEVE FICAR DESDE JÁ ASSENTE.

Um mês depois da participação conseguida nos trabalhos das Nações Unidas do presidente Afonso Massanga e do Chancelor Joel Batila em maio passado em Nova Iorque, uma  delegação chefiada pelo Vice – presidente e Secretário Geral da Flek Barros Mangga foi recebida nas Nações Unidas em genebra aos 08 de junho de 2012. Integraram referida comitiva os seguintes senadores do movimento e membros da direcção política da Flek: Gabriel Homem, Carlos Reis e José Jacqueman.

Na reunião que manteve com os oficiais e especialistas do Alto comissariado das nações unidas para os direitos humanos foram expostas e abordadas questões urgentes relativas com as violações dos direitos humanos em Kabinda, a vontade e o direito de Kabinda á livre determinação e independência, a credibilidade ou a falta dela de eleições num território sob ocupação e jugo colonial, como é o caso de Cabinda. A mesma abordou com insistência a necessidade e a urgência da criação de mecanismos de protecção e segurança efectivas para os refugiados, dos dirigentes e militantes de Cabinda ameaçados e perseguidos pelo regime terrorista e ocupante angolano de Cabinda.

Angola deve ser convidado ou coagido a respeitar os instrumentos internacionais sobre os direitos humanos e dos refugiados que livre e soberanamente subscreveu.

Lembrou a visita de Hina Gilani uma oficial daquela organismo das Nações unidas a Cabinda em 2004, salvo erro daqual o povo de Cabinda já não teve notícia tal como a recente visita da União Europeia em Cabinda a 01 de Agosto de 2011.

A Flek exigiu medidas de salvaguarda dos direitos humanos e dos povos em Kabinda e defesa de um processo político internacional, credível e justo que passe primeiro por uma conferencia internacional sobre Cabinda e que deverá culminar num processo referendário (plebiscito) e /ou uma acordo internacional para a independência de Cabinda.

A delegação da Flek aproveitou a ocasião para fazer chegar ao Alto comissário das nações unidas uma denúncia do repatriamento forçado dos refugiados da Rdc (de Kimbianga, Nfuiki, Seke Zola, Tandu Pali, e outros tantos como Nkondi  Mbaka da república do Congo Brazzaville que angola, em conluio com aqueles países, está a promover contra as diretivas de 2004 emitidas pela UNHCR sobre a matéria.

A posição oficial, clara e inequívoca da UNHCR é de que as autoridades internacionais não avalizam o repatriamento involuntário dos refugiados de Cabinda, pois na base do deslocamento das populações de Cabinda, está um conflito que o memorando de entendimento não resolveu e sobre o qual angola e Portugal e em certa medida a comunidade internacional têm responsabilidades.

É do conhecimento público que no centro do conflito de Kabinda está, não apenas a questão formal jurídico - política de cedência indevida, arbitrária e abusiva (ilegal e ilegítima) do território (protectorado) de Cabinda á Angola por parte de Portugal, como também os graves atropelos aos direitos humanos e dos povos. E, na mesma linha com igual relevância, a despromoção da self determination e da good  governance em Cabinda e de todos outros crimes relacionados com a ocupação, um crime internacional.

KABINDA, 10 DE JUNHO DE 2012.

O VICE – PRESIDENTE  E SECRETÁRIO GERAL DA FLEK

BARROS MANGGA NAVECKA

 

 

Prof. Afonso Massanga é o novo presidente da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC).------------La commission politique Permanente, réunie en session ordinaire, 1er au 4 Février 2012 à Bruxelles Belgique, après avoir analysé la situation politique interne que traverse notre mouvement, Le FLEC-------Em nome do Nkoto-Likanda, faz através deste, um voto de feliz Natal, de boas entradas no ano 2012....... www.cabindanation.net...... CABINDA NATION PRESS: TV& RADIO

 NEWS / NOTICES

A direcção política da Flek, e colectivo dos comandantes militares da resistência de kabinda, informam:

1.que abertura de um processo de negociações internacionais com o estado e o regime criminoso, terrorista e colonialista de angola que anexou Kabinda e que espalha o terror, a guerra, a morte e o,sub-desenvolvimento em Kabinda e que ataca campos de refugiados de Kabinda nos Congos, na total impunidade e despreocupação da Comunidade internacional, não está condicionada a qualquer Cessar – fogo nem de hostilidades.

COMMUNIQUE DE PRESSE

Suite a l’assassinat du Chef d’Etat Major par intérim, Joao Alberto Gomes ( Noite-e-Dia), et le Commandant de la Région de Miconje, David Nzau (Mazina), enlevés a Pointe-Noire (Congo) le 7 Mars 2012 entre 6 et 7 heures du matin par un commando de l’armée terroriste Angolaise, nous condamnons cet acte odieux perpétré par les barbares et terroristes Angolais qui ont vole leur vie précieuse sans merci et macule leurs mains de leur sang.

CABINDA: FLEC de Nzita Tiago não rejeita autonomia

Posted by Cabinda Nation on Monday, March 5, 2012 Under: AFRICA

Facção do,líder histórico da FLEC não exige "independência", na reacção a uma proposta do Bloco Democrático

Foto: FLEC
Foto de Nzita Tiago, na sua página do Facebook

A facção de Nzita Tiago da FLEC não rejeitou a autonomia como solução para o território de Cabinda.

Num comunicado enviado à nossa redacção, assinado por Osvaldo Franque Buela, secretário para a Informação e Comunicação, a direcção política do movimento diz que "tomou conhecimento e boa nota da disponibilidade e boa vontade de alguns partidos políticos da oposição Angolana (UNITA e recentemente o BD) de se pronunciar para discutir publicamente e de forma transparente com o povo de Cabinda, as suas intenções e projectos políticos para o futuro de Cabinda".

Na semana passada, o Bloco Democrático preconizou um encontro para discutir a autonomia de Cabinda, a realizar antes das eleições; mas a referência à "autonomia" foi veementemente rejeitada pela recém formada facção de Afonso Massanga.

Numa entrevista à Voz da América, Massanga disse que aceitar a autonomia seria o mesmo que desistir da independência.

O comunicado da facção de Nzita não utiliza nem a palavra "autonomia", nem a palavra "independência". Nele se escreve que a FLEC "como movimento de luta de libertação e defensor legítimo das aspirações do povo de Cabinda, encoraja as iniciativas dos partidos políticos da oposição angolana".

No texto, a FLEC "recomenda ue a classe política angolana deixa de colocar a questão de Cabinda no centro do debate apenas para fins e cálculos eleitorais, quando o poder do MPLA não cumprir qualquer compromisso e acalmar o clima político interno, mais pelo contrario continua constantemente de violar descaradamente a sua própria constituição que deveria assegurar e consolidar o processo democrático da política angolana, e provar sua boa-fé de uma solução negociada, e não militar".

A FLEC condena, ainda, o MPLA por "não mostrar vontade política para iniciar um verdadeiro processo de diálogo com as forças vivas do território de Cabinda de igual modo com a Frente de Libertação do Estado de Cabinda e seu líder histórico e fundador Nzita Henriques Tiago", visando uma solução pacífica.

O comunicado faz referência a dissenções internas, que poderão ter estado na origem da última cisão, afirmando "desmentir formalmente todas as informaçoês que circulam na net, que Nzita Henriques Tiago teria recomendado Belchior Lanso Taty para negociar um qualquer estatuto político para Cabinda sem envolver os outros componentes da sociedade civil de Cabinda."

A facção de Nzita afirma que "essas informaçoes são totalmente falsas e sem fundamentos, servem apenas para desinformar a população e é obra dos inimigos da paz e oportunistas em mal de notoriedade que vêem em Nzita Henriques Tiago um obstáculo à realização de seus interesses obscuros, comprovado pelos fracassos repetidos de vários processos falaciosos incorridos pelo governo do MPLA e seus lacaios de Cabinda a fim de tentar resolver um problema, excluindo os principais atores e as causas profundas do conflito que perdura por mais de quatro décadas".

In : AFRICA 



 
CABINDA NATION PRESS: TV& RADIO E-mail: cabindanation@post.com

O novo presidente da FLEC foi eleito na semana passada:

Prof. Afonso Massanga é o novo presidente da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC). Ele substitui o Sr. Nzita Henriques Tiago, que dirigiu o movimento desde 1963 até aos 04 de fevereiro 2012. Prof. Afonso Massanga o novo presidente da Frente de Libertação do Estado de Cabinda, fazendo parte da nova direcção do Movimento

02-16-02-2012 Entrevista do Novo Presidente Prof Afonso Massanga na Voz d'America.mp3

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