CRIMINOSA (DANOSA, DOLOSA, E TERRORISTA) DE KABINDA POR PARTE DA ANGOLA E UM CRIME INTERNACIONAL.

A anexação da Crimeia. É Legal, ilegal, legítimo ou ilegítimo? E de Cabinda à Angola em 1975 apoiada pela  (URSS) hoje  Rússia e pelos vistos avalizada pela comunidade internacional que isola Kabinda e a Frente de libertação do estado de Cabinda (Flec). De que lado está Angola. E onde está o direito e a Comunidade internacional? Em que é que ficamos? De que lado está o direito, a justiça e a moral?

O povo de Kabinda e a sua vanguarda política e revolucionária a Flec, apoiada pelo Conselho nacional do povo de Cabinda, não se esquecerão nunca de que em 1975, o Mpla pediu, em Brazzaville,  á União Soviética (ao embaixador Afanasenko da URSS, hoje representada pela Rússia, para impedir o debate sobre o problema de Cabinda, na Cimeira da Organização para a Unidade Africana em Kampala ( hoje o mpla faz o mesmo com a ajuda da diplomacia do petróleo e dos petrodólares de Kabinda nos corredores da União africana em Adis Abeba e Banjul e não só.

A União Soviética acabou por ajudar o mpla a consumar o crime de anexação e ocupação militar de kabinda desrespeitando o Tratado de Simulambuco e Constituição Portuguesa de 1933 em vigor na altura que distinguia perfeitamente Kabinda de Angola.

A anexação, a ocupação e a colonização de Cabinda se processaram e continuam a se processar nas barbas da Comunidade internacional, hoje escandalizada e revoltada com a anexação, ´a mão armada da Crimeia, ou seja contra as elementares regras do direito internacionais, na caso de Cabinda, consubstanciadas no Tratado de Simulambuco e à Convenção de Viena sobre a matéria de tratados internacionais.

Portugal e Angola cúmplices e conscientes do erro político clamoroso insistem em permanecer no erro da descolonização nunca feita do protectorado de Cabinda entregue de bandeja à Angola à revelia do povo de Cabinda. O povo de Cabinda paga com custos muito elevados e ainda por apurar em termos humanos, materiais e imateriais o erro histórico e político da anexação pela lei da bala de Kabinda por Angola.

Dai o apelo e o alerta da Frente de libertação do Estado de Cabinda quanto á exigência na actualidade de relançar o debate público internacional sobre o tema problemático e polémico tema de Kabinda e à necessidade urgente de repor os direitos políticos e civis do povo de Cabinda e de se fazer justiça em nome da verdade, da democracia e da respeitabilidade e da dignidade da comunidade internacional e com base das regras capazes de garantir a verdadeira paz e segurança dos estados e sobretudo dos povos.

Não é pedir demais nem praticar terrorismo exigir, exercendo plenamente o seu direito de legítima defesa contra a ocupação angolana, o que é de direito por natureza, ser Cabinda e livre.

Kabinda, 24 de março de 2014

FLEC

CONSELHO NACIONAL DO POVO DE KABINDA

A COMISSÃO EXECUTIVA

DEPARTAMENTO DAS RELEÇÕES EXTERIORES