NEGOCIAÇÕES OU CONSPIRAÇÕES EMBUSTRANTES EM CONTEXTO DE ASSASSINATOS E PERSEGUIÇÕES MOVIDAS GRATUITAMENTE CONTRA A FLEC
SEUS DIRIGENTES, MILITANTES, REFUGIADOS E COMBATENTES? QUAL A CREDIBILIDADE E A EFICÁCIA DO PROCESSO?
A FLEC E O CONSELHO NACIONAL DO POVO DE CABINDA ( NKOTO - LIKANDA) FELICITA A INICIATIVA MAS NÃO PODE DEIXAR DE SE INTROMETER PARA  LEMBRAR AS NAÇÕES UNIDAS ( A ASSEMBLEIA GERAL,O CONSELHO DE SEGURANÇA E O SECRETÁRIO  E O SEU SECRETÁRIO GERAL BAN KIM MOOM) QUE CABINDA TERRITÓRIO DA AFRICA CENTRAL ILEGAL E ILEGITIMAMENTE ANEXADO,OCUPADO, COLONIZADO E EXPLORADO POR ANGOLA ( MPLA) VIVE INTENSAMENTE COM A DESTRUIÇÃO ORGANIZADA PELA OCUPAÇÃO, COLONIALISMO, E PELA DEMOCRACIA COLONIALISTA E TERRORISTA DO  MPLA, SEU PRESIDENTE E GOVERNO CUJO RADICALISMO POLÍTICO, MILITAR, SECURITÁRIA PROMOVEM A INTRANQUILIDADE E A INSEGURANÇA POLÍTICA, SOCIAL, ECONÓMICA, E MILITAR PERMANENTES DESDE HÁ 40 ANOS A ESTA PARTE NO PROTECTORADO PORTUGUÊS DE CABINDA QUE OS  ACORDOS DE ALVOR DE  15 DE JANEIRO DE 1975 INTEGRARAM ARBITRARIAMENTE EM ANGOLA, OU SEJA SEM CONSULTAR O POVO DE KABINDA. HOJE, PERANTE O FRACASSO DO MEMORANDO DE ENTENDIMENTO,  DA MISSÃO DE AVALIAÇÃO POLÍTICA DA SITUAÇÃO REAL  EM CABINDA, DA UNIÃO EUROPEIA SOB DURÃO BARROSO,  O VETO DAVETA PROMOVIDA PELO PRESIDENTE DA UNIÃO AFRICANA  A SENHORA DLAMINI NKOZASSANA ZUMA À PEDIDO DE ANGOLA,  DA CAMPANHA TERRORISTA TRANSFRONTEIRIÇA( BANHO DE SANGUE DOS CABINDAS NO CONGO) ANGOLANA  CONTRA CABINDA, A FLEC, E SEUS DIRIGENTES,  DA REPRESSÃO E VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS ELEMENTARES E FUNDAMENTAIS EM DEMOCRACIA,  DOS DIÁLOGOS DISCRIMINATÓRIOS E DE EXCLUSÃO DO MPLA NA MEDIDA EM QUE APOSTAM NO AFASTAMENTO POLÍTICO DOS LEGÍTIMO REPRESENTANTES DO POVO DE CABINDA ( FLEC, MNC, CONGRESSO DE CABINDA E MOVIMENTO POPULAR PARA A LIBERTAÇÃO DE CABINDA........) APOIADOS PELO PARLAMENTO DA NAÇÃO DE CABINDA E PELO GOVERNO REVOLUCIONÁRIO DE KABINDA NO EXÍLIO (GRCE), O CONSELHO NACIONAL  REITERA DE FORMA CATEGÓRICA E CLARA QUE QUALQUER PROCESSO POLÍTICO DE CABINDA DEVE TER CARÁCTER INTERNACIONAL, SER INCLUSIVO E VISAR A AUTO- DETERMINAÇÃO DO POVO E DO TERRITÓRIO DE CABINDA NUM REFERENDO EM QUE OS ANGOLANOS  COLOCADOS  Á FORÇA EM CABINDA PARA CUMPRIR OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS DA COLONIZAÇÃO EM CURSO OBVIAMENTE NÃO DEVEM PARTICIPAR. O PROCESSO DE CABINDA DEVE COMEÇAR COM UM DIÁLOGO INTERNACIONALMENTE GARANTIDO E APOIADO PASSAR POR UMA TRANSIÇÃO DEMOCRÁTICA QUE ASSEGURE A POSSIBILIDADE DE OPÇÃO POLÍTICA DEMOCRÁTICA DO POVO DE CABINDA SOBRE SE QUER OU NÃO CONTINUAR SOB A SOBERANIA IMPOSTA ANGOLANA. DESDE LOGO LEMBRAMOS QUE PORTUGAL NEM ANGOLA (UNITA,MPLA, FNLA) TINHA COMPETÊNCIA LEGAL E POLÍTICA PARA RASGAR O TRATADO DE SIMULAMBUCO, POSTO ISSO ANGOLA SÓ TEM QUE RECUAR NAS SUAS PRETENSÕES LEONINAS SOBRE KABINDA E SE SUBMETER AO VEREDICTO POPULAR NO TERRITÓRIO DE CABINDA, RESPEITANDO  A VONTADE LIVREMENTE A VONTADE DO POVO DE CABINDA. SE NO RESTO DA AFRICA CENTRAL ANGOLA DEVE SER FELICITADA PELO PAPEL DE BOM POLÍCIA , NO TERRITÓRIO DE CABINDA O PAPEL DE MAU POLÍCIA, MELHOR DE TERRORISTA E DE COLONIALISTA DEVE SER REPREENDIDO COM SEVERIDADE, OBJECTIVIDADE E EFICÁCIA PARA QUE A PAZ NA AFRICA CENTRAL SEJA COMO O SOL QUE BRILHA PARA TODOS. EM CABINDA NÃO CEDEREMOS A HEGEMONIA GRATUITA E Á PREPOTÊNCIA DE ANGOLA( MPLA E DO PRESIDENTE JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS. ANGOLA DEVE DAR O BOM EXEMPLO, ENQUANTO PAÍS AMANTE DOS POVOS OPRIMIDOS (HINO NACIONAL ANGOLANO DO MPLA) NÃO DEVE OPRIMIR O POVO DE CABINDA ( NEM DEMOCRATICAMENTE ORGANIZANDO ELEIÇÕES DITAS JUSTAS E LIVRES EM TERRITÓRIO OCUPADO, COLONIZADO E EXCESSIVAMENTE MILITARIZADO E SEM DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO NEM PROCRESSO SOCIAL E COM APENAS CRESCIMENTO DAS EXPORTAÇÕES DE PETRÓLEO  SEM CONTRAPARTIDAS EFECTIVAS PARA O POVO DE CABINDA QUE RECLAMA DIREITOS E INTERESSES ATROPELADOS NAS BARBAS DA ONU E DA UA E DA UE.

LEMBRAMOS AINDA QUE , AVALIADA A EXPERIENCIA DE 40 ANOS DE OCUPAÇÃO, EM NOME DA NAÇÃO DE CABINDA,  A FLEC CONSELHO NACIONAL DO POVO DE CABINDA SINALIZOU NA UNIÃO EUROPEIA PARA O MUNDO, A SUA FIRME CONVIÇÃO NO PROJECTO DE FUTURO COM VIDA  PARA OS CABINDAS, DA INDEPENDÊNCIA DO TERRITÓRIO DE KABINDA 

 

CABINDA, 3 DE JUNHO 2015

 

A NAÇÃO DE KABINDA

A FLEC CONSELHO NACIONAL DO POVO DE CABINDA

A LIDERANÇA E A DIREÇÃO

 

STEPHANE BARROS.

PRESIDENTE EXECUTIVO