FOI UM EPISÓDIO ANEMICO DO REGISTO HISTÓRICO DE NEGOCIAÇÕES E CONVERSAÇÕES DO GOVERNO DE ANGOLA PARA CABINDA. DAÍ O SEU FRACASSO  RETUMBANTE E A SUA INEFICÁCIA DE GARANTIR A JUSTIÇA E A PAZ EM KABINDA. N
a semana passada foram assinaladas em Cabinda, recontros militares entre as forças de legítima defesa e da resistência de Cabinda e as forças angolanas de ocupação, hostilidades que remontam aos anos 1975, na sequência da anexação ilegal e ilegítima de Cabinda em Alvor por angola(Fnla,Mpla,Unita)

A situação político – militar de Cabindacaracterizada por uma instabilidadepolítico – militar e por uma precariedade estrutural  económico, social e cultural,  ambas  em resultado  do conflito jurídico e político que opõe Angola  e Cabinda,  inspirou declarações avulsas  e equivocadas do registo colonialista habitual dos maiores partidos da oposição angolana no sentido de apelar o governo de angola e o partido do poder o mpla para tomar medidas  sociais de fundo para supostamente beneficiar Cabinda.

A Flec apoiada pelo conselho nacional rejeita categoricamente, por um lado, as acções hostis de agressão policial e militar levadas a cabo pelos militares do exército ocupantede angola (mpla) e por outro, as declarações da Unita e da Casa –se que a Flec considera de redutoras e colonialistas, por entender que as legítimas aspirações e reivindicações do povo de Cabinda não são de todo de cariz social. No âmago do conflito e da problemática de Cabinda está uma questão política, o direito  inalienável e imprescritível  do povo de Cabinda á auto determinação e independência. Esse conflito tem uma solução jurídica, política, democrática de âmbito internacional.

A comunidade política de angoladeve urgentemente proceder à devolução dos poderes de soberania dos Cabindas em Cabinda, seu território,ex - protectorado colonial Português, ocupado por Angola.

Cabinda,16 de Fevereiro 2014.

FLEC

CONSELHO NACIONAL DE CABINDA (NKOTO –LIKANDA)

 

A COMISSÃO  EXECUTIVA

 

DCTI / M&P