Actualmente o novo paciente de VIH tende a ser heterossexual, africano e mulher 
Apesar dos grandes avanços medicos no tratamento da SIDA, uma forte obstáculo  mantém-se no caminho de muitos afectados com a doença: o estigma. Viver nas sombras é um especial da Voz da América que abre a cortina sobre o desafio de lutar contra a SIDA, quando acontece em Melbourne a vigésima Conferência Internacional da SIDA. O Estigma prendeu-se à SIDA desde o início. Quando o vírus começou a surgir nos anos ’80 ele criou uma grande franja em dois grupos que historicamente enfrentaram o seu próprio estigma: os homossexuais e os usuários de drogas por via intravenosa. Mais de 30 anos depois, a cara da SIDA mudou. Actualmente o novo paciente de VIH tende a ser heterossexual, africano e mulher. O estigma da SIDA mantém-se do Cambodja à Nigéria, ao Uganda e persiste em países tão desenvolvidos como os Estados Unidos e o Canadá, por exemplo. Em Melbourne, na Austrália, estão reunidos cerca de 12 mil pessoas entre doentes, activistas e especialistas até 25 de Julho, numa conferência que procura senão a cura, as soluções para aquela que foi considerada a doença do século XX