CABINDA, A FLEC A ATUALIDADE E O FUTURO MOBILIZAR E RESISTIR PARA RESGATAR E CUMPRIR CABINDA E A FLEC EM NOME DO CONSELHO NACIONAL DO POVO DE CABINDA CUMPRIR O DEVER E EXERCER SEM RESERVAS O DIREITO PATRIÓTICO DE TORNAR CABINDA UMA NAÇÃO LIVRE, SOBERANA E INDEPENDENTE CUMPRINDO OS PROGRAMAS MENOR E MAIOR DA FLEC, TAL COMO ELABORADOS NO NOVO PROJETO PARA CABINDA.

ANGOLA NÃO É A SOLUÇÃO MAS SIM O PROBLEMA DE CABINDA. O POVO DE CABINDA E A FLEC NÃO RECONHECEM A SOBERANIA DE ANGOLA SOBRE O SEU TERRITÓRIO. O MEMORANDO DE ENTENDIMENTO UM CANCRO MALIGNO QUE SE PRETENDE LIQUIDAR A FLEC E A CAUSA DE LIBERDADE E DA DIGNIDADE POLÍTICA DE CABINDA EM NOME DE UMA PAZ PODRE SEM DIREITOS FUNDAMENTAIS PARA CABINDA. ONDE ESTÁ O SEU ESTATUTO ESPECIAL?QUAL É O SEU PESO POLÍTICO, SOCIAL, E DEMOCRÁTICO E IMPACTO NOS DIREITOS HUMANOS NO TERRITÓRIO DE CABINDA OCUPADO POR ANGOLA?  Angola terrorista e colonialista protege os terroristas da unidade de Yabi e do seu exército e persegue os resistentes e combatentes da liberdade de Cabinda ( oprimidos) e nome de uma paz sem justiça, sem segurança, sem democracia e direitos fundamentais para Cabinda de é único produtor.  Os tempos exigem ao e para o povo de Cabinda, uma liderança política exigente, patriótica, esclarecida, transversal, descomprometida capaz de iniciativa e de desenvolver uma estratégia e retórica avançadas e adequadas aos desafios da luta pela emancipação política (auto – determinação e independência) total de Cabinda, o protectorado de Portugal à luz do Tratado de Simulambuco de 1975 rasgado por Angola (país terceiro e incompreensível e unilateralmente por Portugal em Alvor, em 1975. Stephane Barros encarregue, pelo Conselho nacional do povo de Cabinda (Nkoto – Likanda) de reorganizar o movimento independentista, se comprometeu no âmbito do Novo Projecto para Cabinda, lança as bases ideológicas e programáticas de um programa executivo de reformas estruturais (União Sagrada, Estratégia Comum e de Ação concertada para a resistência e para a transição independentista necessárias e indispensáveis ao processo político de Cabinda.

Descartadas liminarmente as acções isoladas e paroquiais sem substância nem credibilidade, esta liderança aposta na exigência política, no valor estratégico da união com unidade e da visão comum, na solução internacional e na convicção de que não sendo militar e militarista a solução política para o conflito de Cabinda requer ser repensada e estruturada apesar de também requerer mais músculo, ainda que não seja para responder à estratégia de consolidação da paz fruto da pacificação militar e da diplomacia de omissão da distorção do ocupante angolano sobre a matéria de Cabinda.

O conflito de Cabinda exige uma resolução política e democrática internacional para garantir a segurança da solução e o fim do Memorando de Entendimento por este se ter revelado ineficaz, fútil e politicamente contraproducente e fator de divisão e de confusão interna, além de que não acabou com a pressão militar e violência apartadora sobre os Cabindas no Malongo e a deslocalização dos serviços estratégicos de Cabinda para Luanda, com o desinvestimento  e o desvio massivo das receitas do petróleo de Cabinda ( $50mil milhões / ano) e do fundo soberano de Cabinda ( Mais de 15mil milhões.

A Independência de Angola tendo sido um autêntico pesadelo (desastre ) para Cabinda na medida em que agravou as suas perspectivas de paz e segurança, de desenvolvimento político, socio- económico e cultural se revelou uma hecatombe no plano do respeito pelos direitos e liberdades civis e políticas. Este quadro encontra o seu maior expoente no plano do desrespeito dos direitos humanos olimpicamente violados nas barbas da sacro santa, hipócrita e inerte comunidade internacional que de Cabinda só se contenta com o petróleo de sangue, da paz armada e podre e da democracia para inglês ver e de sentido único do mpla em e para Cabinda.

Perante o descalabro e o apagão do Memorando de Entendimento, para o qual Bento Bembe apregoava não haver alternativa, e a previsível reavaliação para efeitos de substituição ou mudança para deixar tudo na mesma, a resposta da Flec apoiada pelo Conselho nacional do povo de Cabinda foi lançar iniciativas como declarar unilateralmente a independência de Cabinda no Parlamento europeu, introduzir o processo de Cabinda na comissão dos direitos humanos e dos povos (antigo comité de libertação da Oua) da União Africana em Banjul capital da Gâmbia onde Angola foi instado a prestar declarações…mas sabotou tudo…),  e Flec  aproximou as Nações unidas do processo de Cabinda. Angola conhece muito bem o mérito e a ambição das mesmas. Esta é a linha da libertação e da emancipação total e definitiva do nosso povo que defendemos e que angola evita e abafa à todo custo pois os custos políticos conduziriam ao fim da paródia e da mentira da soberania de Angola, da ocupação e colonização do território de Cabinda. Essa a linha da exigência e da credibilidade internacional e não a linha da promiscuidade e da sujeição e da derrota política do povo de Cabinda, a linha apoiada por certa comunicação estrangeira. Acreditamos convictamente que sem o contributo decisivo da comunidade internacional as justas e legítimas aspirações democráticas, patrióticas e independentistas do povo de Cabinda anexado, ocupado, humilhado ,oprimido e explorado e colonizado  por Angola e as petrolíferas nunca terão concretização pois em angola não existe nenhum interlocutor válido e exigente. Esta é a razão porque  a Flec soberanista ou  Flec do povo não beneficia da simpatia dos demais rendidos á negociações directas, domesticas e domesticadas por Angola como aquelas protagonizadas pelo Foram Cabindês para o Diálogo, e que alguns Cabindas se aprestam a reiniciar sem um consenso nacional alargado nem um debate político aprofundado para o efeito, e ainda por cima num ambiente de total ausência de uma boa e verdadeira vontade política de Angola para enfrentar olhos nos olhos o inadiável tema da independência de Cabinda.

Melhorar as sementes, aprofundar e valorizar as raízes, aumentar o grau de exigência e consolidar o rumo da resistência de forma a cumprir os compromissos fundamentais do projecto de libertação nacional de Cabinda.

A Flec só ganha credibilidade se mantiver consistência e sobretudo se cerrar as fileiras em torno do Conselho nacional do povo de Cabinda e de uma nova liderança voltada para o futuro e apostada na verdadeira e criteriosa mudança ( resistência expurgada de  práticas sectárias que acrescenta valor estratégico e patriótica mas sobretudo que dimana da vontade popular ou do interior do povo de Cabinda e não nas montagens colonialistas e mediáticas de alguma imprensa internacional avençada e orientada pelos lóbis externos do mpla especializadas em fabricar do exterior líderes para os povos Africanos. Em Cabinda isso não acontecerá porque o povo de Cabinda se apercebe do actual papel de certos órgãos de comunicação social internacionais de renome controlados pelos mpla no exterior e que evitam a Flec do povo e do futuro, a Flec soberanista que insista na exigência básica do envolvimento da comunidade internacional na resolução cabal e credível do problema de Cabinda por oposição dos defensores de negociações diretas de triste e muito má memória com Angola das quais o povo de Cabinda tem um registo pouco elogioso e dignificante e de que o Memorando de Entendimento é o exemplo mais acabado.

Esta liderança se afirma credora do capital político grangeado pela organização em nome de todos quantos sacrificaram as suas vidas

Para que amanhã o sol da liberdade, da verdadeira paz e segurança, da dignidade e do desenvolvimento económico e social brilhe sobre todos os Cabindas, amigos e não só.

Um por todos. Todos por um.

Viva o reino unido de Cabinda

A Nova comissão política permanente / Nacional.

 

O presidente