CONSELHO NACIONAL DO POVO DE CABINDA

NKOTO – LIKANDA

NOTA INFORMATIVA E ACTUALIDADE

O privilégio da credibilidade e a essência do combate político  num contexto de democracia hostil e de ocupação militar angolana de Kabinda

A Frente de libertação do estado de Cabinda (Flec) apoiada pelo Conselho nacional do povo de Cabinda e em total obediência aos pressupostos, metas e objectivos constantes do Novo projecto para Kabinda, afirma com segurança e convicção que independência, asoberania e a dignidade política do território ilegal e ilegitimamente anexado, ocupado, sequestrado, colonizado, oprimido, e espoliado por Angola, foi, e continua a ser “posta democraticamente” por Portugal que violou o Tratado de Simulambuco de 1885, por Angola que integrou “manumlitari”, por  ambos, por terem sido os protagonistas dos inícuos acordos de Alvor de 15 de janeiro de 1975 no que ao protectorado de Cabinda diz respeito, pela petrolífera Cabinda Gulfoilcompany ( Chevron e ….) que pagou luvas ao mpla para sequestrar Kabinda e pela União Soviética, hoje representada pela Rússia,que apoiou a estratégia militar e a diplomacia

da ocupação de Cabinda. Hoje, em contexto de democracia (apesar de tutelada) em angola e esclarecidos como estão os todos os factos históricos, jurídicos e políticos relacionados com o território de Cabinda, a Flec exige sem a menor hesitação, com total indinação e revolta com a última energia,com toda a clareza e objectividade, 1.A retirada completa do ocupante angolano e do seu exército de ocupação de Kabinda.  2. A reposição da soberania de Cabinda, território (país que) o povo de Cabinda deseja livre e independente, na exacta medida em que nada justifica a continuação da presença hostil angolana em Cabinda, a imposição de um memorando de entendimento morto, de negociações inconsequentes, de conversações com fantoches, muito menos o prolongamento, 40 anos depois, de opressão, de humilhação política e militar angolana, no território de Cabinda. 3.O envolvimento da Comunidade internacional,para impôr, em nome da força da razão, o restabelecimento da justiça, da verdadee da democracia em Cabinda. 4.O fim de simulacros de eleições angolanas em Kabinda, pois num território ocupada e sob estado de sítio permanente e não declarado, onde onde a democracia não consegue acomodar manifestações livres dos naturais de Cabinda, não é possível falar sequer de eleições livres e justas. 5.Decreta e defende a mobilização geral do povo de Cabinda, a manutenção do estado de alerta geral, o prosseguimento perante a ineficácia dos diálogos, processos de negociações / conversações de índole social, a resistência armada enquanto legítima defesa, a sua total disponibilidade ao diálogo internacional independentista sobre o futuro político de Cabinda 6.Denuncia os bloqueios e entraves sistematicamente colocados á acção diplomática e mediática da Frente de libertação do estado de Cabinda/ Conselho nacional do povo de Cabinda, e a crónica ausência de boa vontade política de Angolana abordagem objectiva da problemática do conflito de Cabinda.7.Apela ao fim do isolamento internacional da Flec em virtude desta organização independentista de Cabinda levar àefeito uma luta inquestionável de legítima defesa de um povo agredido, anexado, ocupado e colonizado e espoliado selvaticamente pelo estado, pelo regime e pela democracia angolana. Cabinda, 03 de março de 2014.

A FLEC

A direcção política            

O PRESIDENTE EXECUTIVO

Stephane Barros