Tudo começou com o esquema da Mega corrupção protagonizada kabinda Gulf Oil co. e pelo mpla à margem dos Acordos de Alvor em 1975 para sequestrar Cabinda e rasgar o Tratado de Simulambuco, segundo o qual kabinda devia se tornar num país livre, independente e soberano. Seguiram – se outros números.

Quando será que angola vai construir a ponte que liga Angola (Soyo) à (Yema) Cabinda? Será possível sem passar pela República Democrática do Congo (Banana/ Moanda)?

No circo de kabinda montado pelo Mpla há muitos actores para os diferentes números e papéis preparados para o festa da ocupação ou extorsão das riquezas de kabinda ou melhor para o empreendimento criminoso da ocupação de kabinda.

No centro da agenda do círculo e do circo de kabinda está a estratégia destrutiva e criminosa de controlo de Cabinda via repressão militar e policial e a dupla acção mediática e diplomática de distorção deliberada da verdade, da transparência, da razão, do bom senso e do sentido de estado.

Entre outros números destacam-se os processos de diálogos, de conversações chamadas negociações da sombra, de pacificação à mão armada, de eleições ditas livres e justas em contexto de ocupação, de sedução e aliciamento de certos dirigentes de Cabinda, o número eleitoralista e demagógico da inauguração  e adiamento da execução do projecto do porto de Cabinda e do aeroporto internacional de Kabinda.

Promover deliberadamente o atraso estrutural (sub –desenvolvimento, negação da democracia, perseguição aos independentista que são os leais e legítimos representantes do povo de Kabinda, prejudicar a Flec, escavar  o buraco negro de Cabinda, desinformar, assassinar, excluir, dividir, delapidar os recursos sem contrapartidas e oprimir são o mote da campanha da ocupação da colonização de Cabinda e da ostracização de Cabinda.

FLEC

CONSELHO NACIONAL DO POVO DE KABINDA

COMISSÃO EXECUTIVA

DCTI / M&P