(NKOTO - LIKANDA) E O GOVERNO REVOLUCIONÁRIO DE CABINDA
(GRCE UP)  SE INSURGE CONTRA A POLÍTICA MERCANTIL QUE CONSISTE EM TROCAR O DIÁLOGO DE OCUPAÇÃO ANGOLANA  APOIADO POR ALGUMAS ONG ANGOLANAS PELA LEGÍTIMA RESISTENCIA INDEPENDENTISTA QUE VISA ATRANSIÇÃO POLÍTICA, DEMOCRÁTICA E INTERNACIONAL QUE DEVE ENEXORÁVELMENTE CONDUZIR KABINDA Á INDEPENDENCIA.
TENDO SIDO A PRIMEIRA A SE OPOR Á PRESENÇA CHINESA EM KABINDA AS RAZÕES DA NOSSA OPOSIÇÃO NÃO FORAM MERCANTIS NO SENTIDO DE EXIGIR EM TROCA DE UM QUAL DIÁLOGO DE OCUPAÇÃO. A FLEC CONSELHO NACIONAL DO POVO DE CABINDA EXIGIRA NA ALTURA NÃO A ACÇÃO DE ORGANIZAÇÕES NÃO - GOVERNAMENTAIS CHINESAS, EUROPEIAS, AMERICANAS OU ANGOLANAS MAS SIM A INTENÇÃO CRIMINOSA E COLONIALISTA DE JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS DE, DEPOIS DE DÉPAUPERAR CABINDA E DE DESTRUIR O TERRITÓRIO, CONFISCANDO OS SEUS RECURSOS ESTRATÉGICOS E DE  DESINVESTIR  EM CABINDA, CONSEGUIR NOVOS EMPRESTIMOS DA CHINA EM TROCA DE TERRAS BINDAS.

QUANTO AOS FUNDAMENTOS JURÍDICOS , POLÍTICOS E SOCIO-ECONÓMICOS  DA RESISTÊNCIA DA FLEC ESSES ULTRAPASSAM DE LONGE A PROPENSÃO DAS ONG ANGOLANAS DE SE COLAR AO GOVERNO ANGOLANO DO MPLA NO SENTIDO DE IMPOR UMA SOLUÇÃO COLONIALISTA E DE OCUPAÇÃO DE KABINDA MESMO SABENDO QUE ESTE POVO , EM NOME DO TRATADO DE SIMULAMBUCO E DA DEMOCRACIA PLENA TEM O DIREITO INQUESTIONÁVEL DE ASCENDER Á SUA SOBERANIA PLENA.
EMPRESAS  ESTRANGEIRAS QUE SE DISFARCEM EM ONG OU NÃO EM CABINDA  E QUE PARTICIPAM NO ESFORÇO (RETÓRICA E ACÇÃO) DE  OCUPAÇÃO NÃO SÃO BENVINDAS EM KABINDA ONDE AS ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS DE CABINDA COMO SEJA A MPLABANDA ACC E PESSOAS LIVRES SÃO LIMINARMENTE  TRUCIDADAS.
EM NOME DO SILÊNCIO, DO SILENCIAMENTO, OSTRACIZAÇÃO DE TUDO O QUE Á CABINDA DIZ RESPEITO DESIGNADAMENTE A FLEC NESSE SENTIDO A FLEC NÃO DEVE CHORAR POR DIÁLOGOS INCONSEQUENTES POIS O REGIME DE OCUPAÇÃO DE CABINDA POR ANGOLA SÓ TERÁ FIM COM UMA TERAPIA POLÍTICA E DIPLOMÁTICA DE CHOQUE QUE INCLUI A CONDENAÇÃO INTERNACIONAL DA OCUPAÇÃO, DA COLONIZAÇÃO, OPRESSÃO DE CABINDA. DONDE A IMPERATIVIDADE DA TRANSIÇÃO E  RETIRADO DE ANGOLA DE CABINDA. E COM ELA AS  SUAS EMPRESAS, ONGS , EXÉRCITOS E OFICIAIS..MERCENÁRIOS.. TERRORISTAS  E AMIGOS QUE DURANTE 40 ANOS ARRASARAM TUDO EM CABINDA HOJE EM ESTADO  DE COMA POLÍTICO, DEMOCRATICO, SOCIAL ECONÓMICO.
A RESISTENCIA E A LIBERDADE PELA INDEPENDENCIA PARA O DESENVOLVIMENTO DE CABINDA NÃO É UMA MERCADORIA PARA EXPOR NO MERCADO DE TROCA DE DIÁLOGOS DE OCUPAÇÃO E DE BENESSES SOCIAIS E APOIOS SUBRETÍCIOS. COMO O DA CRIAÇÃO DE UM NOVO CONSELHO NACIONAL DO POVO DE CABINDA PARA FINS DE MANIPULAÇÃO COMO SUCEDERA COM O FORÚM CABINDÊS PARA O DIÁLOGO, DISSOLVIDO PELA FLEC CONSELHO NACIONAL DO POVO DE CABINDA EM 2006 NO GABÃO E A DESTITUIÇÃO DE ANTÓNIO BENTO BEMBE  ENTÃO PRESIDENTE DO FORÚM KABINDÊS PARA  O DIÁLOGO LOGO APÓS A SUA DESISTENCIA E RENDIÇÃO POLÍTICA.
A FLEC CNPC NKOTO - LIKANDA NÃO ENTRA EM JOGOS PERIGOSOS DE TROCA DE FAVORES EM NOME DE DIÁLOGOS DA OCUPAÇÃO . ANGOLA COM OU SEM PETRÓLEO DEVE EM NOME DA JUSTIÇA, DA VERDADE E DA DEMOCRACIA SE RETIRAR DO TERRITÓRIO OCUPADO, ANEXADO E COLONIZADO DE CABINDA . ANTES POBRES, SÓS E LIVRES DO QUE POBRES E OPRIMIDOS. ESTA É A NOSSA POSIÇÃO QUE SERÁ INAMOVÍVEL.

PELA DIGNIDADE DE CABINDA E PELOS TRATADOS DE SIMULAMBUCO, DE CHICAMBA E DE CHIMFUMA.

EXIGIMOS A INDEPENDENCIA DO PROTECTORADO DE CABINDA O PRIVILEGIO DA CREDIBILIDADE

UNIÃO COM UNIDADE PARA U UMA REGISTENCIA PATRIÓTICA

ACTIVA, SOLIDÁRIA E ESCLARECIDA.

A DIREÇÃO POLÍTICA