DIA DA DECLARAÇÃO UNILATERAL DA INDEPENDENCIA DE CABINDA (PARLAMENTO EUROPEU /BRUXELAS. A FLEC CONSELHO NACIONAL DO POVO DE CABINDA APONTOU O CAMINHO DA VERDADE, DA AUTENTICIDADE IDEOLÓGICA E POLÍTICA PARA A LIBERDADE E INDEPENDENCIA DO POVO DE CABINDA
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CABINDA NÃO É ANGOLA.  ANGOLA NÃO É SOLUÇÃO PARA NADA EM CABINDA, NEM JUNTOS NEM MISTURADOS

 CABINDA E A FLEC NÃO ESTÃO À VENDA NA FEIRA DA IGNORANCIA ANGOLANA E DA COBARDIA E INDIFERENÇA DA COMUNIDADE INTERNACIONAL, DA INÉRCIA DO PARLAMENTO ANGOLANO E DA  INSENSIBILIDADE E VACUIDADE POLÍTICA DO MPLA E DO ESTADO TERRORISTA DE ANGOLA DESTITUÍDO DE VALORES DEMOCRÁTICOS E DE SENTIDO DE ESTADO.

Pela mão da Frente de Libertação do Estado de Cabinda/ Conselho nacional do povo de Cabinda, Cabinda, deu a conhecer ao mundo e a comunidade internacional, a sua inequívoca vontade e direito de existir e de assumir o seu destino de acordo com o Tratado de  Simulambuco  de 1º de Fevereiro de 1885 , legado jurídico e político dos nossos antepassados ( Maluango, Mangoio e Maconko) e com as resoluções da União Africana de Cairo de 1964 que listou Cabinda com o nº 39 e Angola 35.

Esta posição não sofrerá nenhuma alteração, face ao fracasso e colapso do Memorando de Entendimento e de traição nacional de Cabinda , afogado no conformismo redutor, no medo e na sua insignificância política, na passividade colaboracionista e no conforto simplista social enquanto o ovo de Cabinda, desespera por direitos, liberdades  democráticas e pelo fim da ocupação Angolana.

O governo de Angola que não convence o povo de Cabinda, dificilmente convencerá a comunidade internacional da bondade da agenda da Paz do presidente Eduardo dos Santos no âmbito do Memorando de Entendimento que não preservou sequer a dignidade jurídica institucional e política do Tratado de Simulambuco e os direitos humanos em Cabinda.

O que vale hoje a diplomacia do petróleo (de sangue ) dos outros em termos geo- estratégicos. Vale a pena continuar a esmagar e sacrificar o povo de Cabinda, privando – lhe de seus recursos? Ainda por cima em tempos de exigências democráticas para o desenvolvimento e o progresso colectivo de uns e outros?

Deve o mpla escolher o Líder do povo de Cabinda? Em tempo de democracia e de transparência não lugar para o jogos de cabra _ cega.

4 de Fevereiro de 2015.

FLec

Conselho nacional do povo de Cabinda (Nkoto – Likanda)

Movimento independentista de Cabinda

A Direcção política

O Presidente Executivo

Stephane Barros